Conforme programado, chegou hoje (15) à Netflix a 2ª fase de Guerreiras Mágicas de Rayearth, com os 29 episódios que concluem a série (totalizando 49). Eles contam com a antiga dublagem da Gota Mágica (exibida pelo SBT), além do áudio original em japonês e dublagens também em inglês e espanhol. Há ainda legendas nos mesmos idiomas (menos japonês).

O animê é disponibilizado com a imagem restaurada em HD, ao contrário de como foram as passagens pelo Prime Video+SBT e pelo próprio canal da produtora TMS no YouTube. A dublagem, embora seja a original, conta com uma qualidade oscilante e alguns “buracos”, sinais de que o áudio pode ter sido retirado de gravações amadoras (e olha que até tem áudios piratas melhores por aí…).

imagem: menu da Netflix mostrando a "temporada 2" de Guerreiras Mágicas de Rayerath

Imagem: Reprodução/Netflix

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Guerreiras Mágicas de Rayearth (Magic Knight Rayearth) foi produzido pela TMS Entertainment de 1994 a 1995, adaptando com bastante liberdade (especialmente na 2ª fase) o mangá do grupo CLAMP (autoras também de Cardcaptor Sakura), publicado originalmente na revista feminina Nakayoshi entre 1993 e 1996.

Na história somos apresentados às estudantes colegiais Lucy, Marine e Anne (Hikaru, Umi e Fuu na versão original), que durante uma excursão de suas escolas à Torre de Tóquio são transportadas misteriosamente para o mundo mágico de Zefir (Cefiro). Lá, elas descobrem por intermédio do Guru Clef que foram convocadas pela Princesa Esmeralda para resgatá-la das mãos do feiticeiro Zagard (Zagato) e que, para voltarem ao seu mundo, precisam se tornar Guerreiras Mágicas (Magic Knights) e despertar os lendários gênios (Mashins) adormecidos.

Em 1997, um especial animado direto para vídeo foi lançado no Japão em 3 partes, apresentando uma versão bem diferente da história, sem ligação com a versão da TV — ela chegou ao Brasil somente em 2025, dublada diretamente para o canal da TMS no YouTube.

A série animada de 94 estreou no Brasil em 1996 pelo SBT, quando ganhou o título nacional que é um tanto quanto “equivocado” em relação à história (Rayearth é o nome de um guardião, ligado a apenas uma das três guerreiras). Foi uma grande aposta da distribuidora Alien International, que no mesmo ano trouxe Dragon Ball e Fly – O Pequeno Guerreiro, também transmitidos na emissora.

O mangá original foi publicado em duas ocasiões no Brasil pela Editora JBC — que prepara uma nova edição “premium” para breve. Em julho de 2024, a TMS anunciou a produção de um novo animê, comemorando 30 anos da obra e marcado para estrear neste ano de 2026.


Fonte: Netflix


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via CineLive365